terça-feira, 13 de outubro de 2009

Criatividade

Você é criativo?

Provamos por a+b que você já nasceu criativo

Será a capacidade de criar um dom inato? Se for, e você não o tiver, está condenado a morrer assim? Se você acredita nisso, prepare-se para mudar de paradigma!

Para saber se alguém é criativo, precisamos antes ter clareza sobre o que é criatividade. Veja algumas definições, coletadas em livros diversos:

  • Capacidade de elaborar teorias científicas, inventar instrumentos e/ou aparelhos, ou produzir obras de arte;
  • A capacidade de produzir coisas novas e valiosas;
  • A capacidade de desestruturar a realidade e reestruturá-la de outras maneiras;
  • O ato de unir duas coisas que nunca haviam estado unidas e tirar daí uma terceira coisa;
  • Uma técnica de resolver problemas;
  • Uma capacidade inata que é bloqueada por influências culturais e ambientais.

Aqui adotamos uma definição diferente e subjetiva de criatividade: uma pessoa cria quando concebe em sua mente algo que nunca viu, ouviu ou sentiu antes. Essa definição ignora o fato de a criação ser útil ou não para algum propósito ou para resolver algum problema. Mas é importante distinguir esses dois tipos de criatividade; ao primeiro chamamos criatividade pura, e ao segundo, criatividade aplicada.

A criatividade pura é um ato mental, que consiste em última análise da capacidade de combinar sons e imagens de forma subjetivamente nova, independentemente de qualquer conexão lógica com o mundo exterior. Essa definição de criatividade desloca os aspectos novidade e originalidade, beleza, utilidade, veracidade, viabilidade e implementação para um segundo momento; criar é um ato pessoal e subjetivo, a criatividade pura vem antes da aplicada. Criações não têm necessariamente que servir para alguma coisa, como solucionar um problema, dar retorno financeiro, serem maravilhosas e belas, nada disso.

Assim, se você imagina sua cabeça fora do corpo, e o faz de uma forma que nunca fez antes (não é uma lembrança), você está criando. Estará também criando nas seguintes situações:

  • Combinar letras para inventar uma palavra;
  • Combinar duas ou mais imagens para formar uma nova (imagine um jacaré comendo um tomate);
  • Segmentar uma imagem em formas novas ou de uma forma nova (imagine um triângulo azul e separe-o em lados e interior);
  • Distorcer uma imagem (imagine seus olhos inchando e saindo das órbitas oculares);
  • Ver uma imagem sob outra perspectiva, um diferente "ângulo de câmera" (veja seus olhos inchando de frente e depois de lado);
  • Combinar algumas notas musicais para formar uma melodia nunca antes ouvida;
  • Combinar palavras para formar uma nova frase.
  • Imaginar a si mesmo executando comportamentos novos.

Já a criatividade aplicada consiste tipicamente em elaborar operações que conduzem de uma situação a outra, seja de uma situação-problema para uma solução ou, mais genericamente, elaborar comportamentos que modificam uma situação percebida para uma desejada. A criatividade aplicada em geral está associada à observação de regras, padrões e limites, como:

  • Construir frases com significado e estrutura (sintaxe);
  • Construir melodias harmônicas e rítmicas;
  • Observar preferências pessoais (gostos, combinações).
  • Observar valores éticos e morais;
  • Seguir estilos (no caso de imagens, impressionista, realista);
  • Usar recursos disponíveis.

A criatividade aplicada tipicamente é treinável;  veja por exemplo uma estratégia geral para gerar idéias diferentes na matéria A técnica do estímulo aleatório.

Podemos concluir que, uma vez que todos nós, humanos, temos a capacidade de processar imagens e sons de formas variadas na mente, todos nós temos a capacidade da criatividade pura. Você é criativo por definição, por construção. E quanto às criatividades aplicadas, temos aquelas para as quais nos preparamos, em termos de conhecimentos e habilidades. Um exemplo de criatividade aplicada muito desenvolvida na nossa cultura é a lingüística; todos praticamos desde criancinhas a combinação de palavras, usando regras, para atingir objetivos do tipo comunicar idéias e influenciar pessoas para conseguir o que queremos.

Sendo potencialmente criativos, talvez as únicas coisas que nos impeçam de criar mais sejam não acreditar nessa possibilidade ou simplesmente não ter um motivo para fazer isso. Ou desejo.

Virgílio Vasconcelos Vilela

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sistemas de informação

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Sistemas de Gestão Empresarial

Carlos Eduardo da Costa – ME -383914

Prof. Hermínio Kloch

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Tecnologia em Processos Gerenciais (EMD1641) – Sistemas de Informação

28/09/07

RESUMO

O presente trabalho demonstra os principais conceitos dos Sistemas de Informação. A evolução dos S.I. antes da informática e as vantagens de um bom S.I. O trabalho também apresenta os sistemas usados nas organizações e os tipos de sistemas por elas usados, e a forma de se proteger dos vírus e eventuais ataques. Expõe o quanto é importante para a organização, um planejamento ao implantar um Sistema de Informação.

Palavra-chave: Sistema de Informação; Organizações; Planejamento.

1 INTRODUÇÃO

A informação é tudo na administração de uma organização. Mas para uma boa informação e necessário existir um conjunto de características para que esse fundamental instrumento de trabalho realmente atenda as necessidades dos gestores, como agilidade e confiabilidade. Entender como os Sistemas de Informação funcional são fundamentais para uma empresa colocar em prática aquilo que realmente precisa de um sistema.

2 CONCEITOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

De acordo com Wikipédia (2007), Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um sistema automatizado ou manual, que envolve pessoas, máquinas, e métodos para organizar, coletar, processar e distribuir dados para os usuários do sistema envolvido. Um Sistema de Informação poder ser usado então para prover informação, qualquer que seja o uso feito dessa informação.

Para Matsuda (2007), Sistemas de Informação são processos administrativos que envolvem processos menores que interagem entre si. O sistema é dividido em subsistemas que podem ser: produção/serviço, venda, distribuição, materiais, financeiro, recursos humanos e outros, dependendo do tipo de empresa. O departamento de informática da empresa cruza esses subsistemas, o que leva a uma abordagem sistemática integrativa, envolvendo questões de planejamento estratégico da empresa.

2.1 EVOLUÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Ainda segundo Wikipédia (2007), os sistemas de informação surgiram antes mesmo da informática. Antes dos computadores, as organizações se baseavam basicamente em técnicas de arquivamento e recuperação de informação. Existia a figura do “arquivador”, a pessoa responsável em organizar os dados, registra-los, catalogá-los e recupera-los quando necessário.

Esse método exigia um grande esforço para manter os dados atualizados e também para acessá-los. As informações em papel não possibilitavam o cruzamento de informações e analise de dados. Por exemplo, a atualização do inventário de estoque exigia um grande numero de pessoas, o que aumentava a probabilidade de erros. Com o advento da informática todo o processo foi informatizado com o surgimento dos Sistemas Operacionais ou Orientado à Operação.

2.2 VANTAGENS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Wikipédia (2007), ainda define que em um Sistema de Informação, várias partes trabalham juntas visando um objetivo comum. Esse objetivo é o fluxo mais confiável e menos burocrático das informações. As principais vantagens são: acesso rápido a informações; integridade e veracidade da informação; garantia de segurança de acesso a informação. Acesso à informação de boa qualidade são essenciais para uma boa tomada de decisão.

3 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NAS EMPRESAS

Matsuda (2007) define que dentro de um Sistema de Informação empresarial, há diversos aspectos que devem ser observados como, por exemplo: a criação da informação (coleta); a comunicação da informação (transmissão); tratamento da informação (interpretação); memorização da informação (arquivamento). É muito importante que a empresa controle política e logisticamente sua informação. Politicamente para definir que informações serão utilizadas e logisticamente para definir como obter as informações.

A informação não se limita ao que é produzida na empresa. Matsuda (2007) esclarece que a informação deve ser analisada por diversos ângulos, como informação para o trabalho e relacionais; informação interna e externa; informação qualitativa e quantitativa; informação formal e informal e informação altamente especializada. Informação certa e disponível no tempo correto é determinante para que os administradores tomem decisões mais acertadas.

3.1 TIPOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Wikipédia (2007) descreve três tipos de Sistemas de Informação que trabalham integrados: Sistema de Informação Operacional (tratam das transações rotineiras da organização, encontradas em todas as empresas automatizadas); Sistema de Informação Gerencial (agrupam e sintetizam os dados das operações da organização para facilitar a tomada de decisão pelos administradores); Sistema de Informação Estratégico (integram e sintetizam dados de fontes internas e externas, utilizando ferramentas de análise e comparação complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula estratégica da organização).

3.2 CARACTERÍSTICAS E VANTAGENS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Para Matsuda (2007), um sistema de informação é formado por três componentes: as pessoas que participam da informação da empresa; as estruturas da organização (circuitos de informação, documentos) e as tecnologias de informação e de comunicação. Isso tudo leva a um grande volumes de dados e informações que gera uma complexidade de processamento. As principais vantagens são: suporte à tomada de decisão; valor agregado ao produto; aumento da qualidade do produto; oportunidade de negócios; carga de trabalho manual reduzida e principalmente o controle das operações.

Para Bonde (2007), os sistemas de informação são peças fundamentais para as empresa. Não apenas na elaboração de relatórios, mas de todos os departamentos e atividades da empresa. Tudo o que acontece, são registrados por um sistema, que pode ser acesso pelos funcionários. Mais uma vez deve ser considerada a importância do administrador nesse processo, que é vital para a corporação.

3.3 SEGURANÇA NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Para Terra (2007), a vulnerabilidade das redes corporativas cresce em ritmo mais acelerado do que as atualizações e correções dos Sistemas de Informação. Apesar dos antivírus e firewall (para barrar invasões externas) estarem em todas as empresas, isso não é suficiente para que o sistema esteja livre de vírus, cavalos de tróia, ataques combinados, vazamento de informações ou fraudes.

Ainda para Terra (2007), a complexidade das estruturas das corporações em função dos números de periféricos, redes, banco de dados e outros aplicativos, exige proteção de toda a infra-estrutura. Pois cada usuário é um ponto fixo nas redes IP de alta velocidade, pois estão sempre conectados on-line e acabam nem percebendo quando são vitimas de um ataque. Por esse motivo o gerenciamento e a gestão da segurança são duas modalidades apontadas como as principais fontes de negócios nesse mercado e andam na contra mão da queda de investimentos da área de Tecnologia da Informação.

4 PLANEJAMENTO SOBRE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Para Contador e Santos (2007), o planejamento dos Sistemas de Informação é uma atividade que define o futuro desejado para os sistemas da organização, o modo que deverão ser suportados pelas tecnologias. Os principais objetivos de se fazer um planejamento são: buscar maior eficiência interna, criando uma base de informações necessárias para o bom funcionamento operacional e gerencial; administração das informações do ambiente externo; planejamento dos recursos de tecnologia da informação parra suportar o Sistema de Informação envolvendo qualidade de hardware e software; utilização da informação perante os concorrentes.

Contador e Santos (2007), ainda esclarecem que o planejamento dos Sistemas de Informação deva fazer parte integrante da atividade de planejamento estratégico da empresa, diante a sua importância. O planejamento ainda resulta inevitavelmente em mudanças na organização, que se manifestam principalmente nos funcionários, obrigando-os a refletir sobre a organização, a desejar acompanhar a evolução e a inovação organizacional da empresa.

5 CONCLUSÃO

Podemos concluir que os Sistemas de Informações atuais devem atender a todas as necessidades de uma empresa, desde áreas como recursos humanos até ao chão de fábrica. Os gestores das empresas só tomaram uma decisão, apoiados em relatórios bem elaborados em com uma informação precisa. É de fundamental importância os funcionários estarem integrados ao ambiente e políticas de trabalho da empresa para que o Sistema de Informação seja planejado e implantado na organização.

O que é um plano de negócio

30/04/2008

Por Carlos Frederico Corrêa Ferreira

Plano de negócios (do inglês Business Plan), também chamado "plano empresarial", é um documento que especifica, em linguagem escrita, um negócio que se quer iniciar ou que já está iniciado.

Geralmente é escrito por empreendedores, quando há intenção de se iniciar um negócio, mas também pode ser utilizado como ferramenta de marketing interno e gestão. Pode ser uma representação do modelo de negócios a ser seguido. Reúne informações tabulares e escritas de como o negócio é ou deverá ser.

A princípio, podemos definir Plano de Negócio como um documento de planejamento, elaborado de acordo com as necessidades de cada empreendimento, capaz de nos mostrar toda a viabilidade e estratégias deste, do ponto de vista estrutural, administrativo, estratégico, mercadológico, técnico, operacional e financeiro.

Através deste conceito podemos perceber que esta ferramenta administrativa serve como um apoio ao empreendedor, independente de sua formação e de seu tempo de experiência sobre o seu empreendimento em questão.

Porém, a razão principal de escrever um Plano de Negócio é que não conseguimos ver o negócio por inteiro. Cada empreendedor é especialista em alguma atividade. Portanto, o  Plano de Negócio vem suprir esta dificuldade e mostrar o negócio de uma forma completa para empreendedor.

Outras razões para elaborar um Plano de Negócio podem ser constatadas, como:

§ Validar a idéia de um novo produto ou serviço.

§ Orientar a implantação de um negócio (servir de plano de vôo)

§ Promover a sensibilização de potenciais parceiros

§ Identificar oportunidades e transformá-las em diferencial

§ Diminuir a probabilidade de morte precoce dos empreendimentos

§ Capitalizar recursos junto aos investidores e ao mercado

§ Diminuir riscos

§ Identificar melhor os clientes, o mercado e as estratégias

§ Desenvolver uma empresa já existente

§ Lançar um novo produto ou serviço

§ Ser um instrumento de comunicação para diferentes públicos

Mesmo com todas estas razões, poucos empreendedores ainda utilizam este documento como uma forma de planejar suas ações iniciais ou de gerenciar o seu negócio. Muitos, também, acreditam que o Plano de Negócio serve apenas para ser elaborado na abertura de um negócio. Esta crença é defendida até por alguns profissionais da área. Porém, prefiro acreditar que ele é tão importante na abertura quanto no seu desenvolvimento. A prova disso, é que muitas empresas que já começaram com um plano, após alguns anos de existência continuam a elaborar novas versões deste documento. Algumas, com o intuito de lançar um novo produto, outras com um projeto de expansão e outras buscando novos recursos financeiros em instituições de crédito.

Outra questão importante, segundo levantamentos recentes na área, e com base nas juntas comerciais dos estados, no Brasil são constituídas anualmente em torno de 470 mil novas empresas. Isto demonstra a capacidade empreendedora e a vontade de crescer do nosso povo, porém, podemos constatar também que por trás deste eminente progresso, estão dados assustadores.

As taxas de mortalidade das empresas no Brasil são alarmantes:

§ empresas com até 2 anos de existência = 49,4% de mortalidade;

§ empresas com até 3 anos de existência = 56,4% de mortalidade;

§ empresas com até 5 anos de existência = 59,9% de mortalidade.

As principais causas apontadas para o fechamento destas empresas, na opinião dos empresários envolvidos, baseiam-se principalmente em questões relacionadas a problemas gerenciais, tais como:

§ falta de capital de giro;

§ problemas financeiros (muitas dívidas);

§ ponto de venda inadequado;

§ pouco conhecimento sobre gerenciamento do negócio;

§ falta de planejamento.

O plano de negócios pode ser um agente transformador desta morte precoce das empresas, pois segundo José Carlos Dornellas, especialista no assunto, ele aumenta em 60% a probabilidade de sucesso dos negócios. Ou seja, a falta de planejamento pode levar à mortalidade do negócio por não sinalizar algumas falhas.

Não existe uma estrutura rígida para se escrever um Plano de Negócio. Esta deve conter um mínimo de seções aos quais proporcionam um entendimento completo do negócio ou projeto a ser testado.

A estrutura pode mudar de acordo com o tipo de plano (avançado ou básico) ou com o setor de atuação previsto no plano (indústria, comércio, serviço ou misto).

Como se tornar um empreendedor

Ninguém é melhor que ninguém. Todos nós nascemos com talento e um grande potencial empreendedor. A questão é somente descobri-los e gerenciá-los.

Certamente nada é fácil na nossa vida, porém não basta enxergar longe. É preciso estar à frente, atualizando, pensar grande, ter visão de futuro. Isso faz toda a diferença.

Para que isso ocorra, devemos ter uma postura e comportamento de empreendedor e administrar da melhor maneira que existir. O caminho do sucesso é cheio de riscos e coragem. Sonhar é ótimo, porque quem não sonha não vive. Nós devemos sempre estar com os pés no chão, saindo dos sonhos e colocando em prática o que pensamos.

O empreendedor é aquele que percebe as oportunidades de crescimento nas circunstâncias mais comum e não se abate diante das primeiras dificuldades gerais e burocráticas principalmente aqui em nosso país, ou seja é persistente e tem muita atitude. Ele também se diferencia pela sua força de vontade e acredita em si mesmo, buscando tarefas desafiadoras, além de possuir muita paciência, ter ousadia e fazer um planejamento antes de tudo, objetivando ser seu próprio patrão, segundo o consultor Marcos Andrade.

A nossa participação coloca o Brasil na terceira posição do ranking mundial de empreendedores, chegando a 68% de pessoas que empreendem por vocação, formação universitária e ou capacitação para o negócio,isso desde que possuam as seguintes características, segundo Leila Navarro.

Cidadania e Ética:

Acredita em valores, que aplica em sua vida, como: ética nos negócios e relações interpessoais; comprometimento

com o meio ambiente; crença no desenvolvimento sustentável e responsabilidade social .

Coragem:
Sabe calcular riscos, diminuindo o seu impacto, e avaliar as possibilidades, de modo a controlar os resultados esperados. Por isso não teme situações desafiantes ou riscos moderados.

Comprometimento:
Empenha-se na realização de seu sonho. Está comprometido com a concretização de seus projetos (pessoais e profissionais), mesmo que estes exijam muitos sacrifícios.

Criatividade:
Encontra soluções melhores, às vezes surpreendentes. Produz qualidade e excelência. Tem por hábitos gerar idéias, desafiar-se constantemente para manter sua capacidade criativa.

Decisão:
Faz tudo o que é possível para não fracassar, não tem medo do fracasso, não espera que as pessoas tomem decisões por ele.Toma decisões e assume suas conseqüências. Seu poder de decisão e comportamento fazem com que ele tenha uma grande energia e muita disposição para seus projetos e idéias.

Habilidade:
Possui habilidade e aptidões e procura aperfeiçoá-las e desenvolver outras mais. Tem como aptidões: iniciativa, ousadia, visão estratégia, espírito criativo, entusiasmo, prazer em lidar com pessoas, tem muito prazer naquilo que faz, é autoconfiante, eficiente e eficaz, entre outras. Tem como habilidades: detectar oportunidades, trabalhar em equipe, administrar bem o seu tempo e momentos de crise, ser flexível, efetuar planos de ação e de negócios, perceber a viabilidade econômica de suas atividades, preocupação com a qualidade de seus serviços e/ou produtos, entre outras.

Inovação:
Procura inovar em seus produtos ou serviços, ou seja, busca sempre um diferencial ao que oferece. Está sempre atento ao concorrente e ao outros profissionais da área para identificar falhas em seus produtos e serviços, para poder oferecer algo que possa deixar seus cliente internos e externos) satisfeitos.

Liderança:
Tem a capacidade de definir estratégias e objetivos, coordenar e delegar a realização de tarefas, incentivar pessoas e conquistar adeptos e apoio para as suas idéias. Ele cria, coordena, mas também acredita no potencial das pessoas e nos resultados que elas podem obter.

Organização:
Por ser organizado e saber planejar, não desperdiça tempo. Dinheiro e energia. Tem capacidade para utilizar recursos financeiros, materiais e humanos cuidadosamente. Estabelece metas específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e tangíveis, pois planeja cada passo. É capaz de mudar de planos ao perceber, depois de análise cuidadosa, que o cenário de seus planos está sofrendo alterações.

Otimismo:
Acredita em seu potencial empreendedor, em seus sonhos e nas oportunidades que o mundo oferece. Para ele os problemas oferecem sempre possibilidades de solução e crescimento.

Paciência:
Como o empreendedor acredita que a concretização de seus objetivos depende dele mesmo, não se angustia com fatores externos, os quais não pode controlar. Ele tem bastante discernimento e tranqüilidade para fazer acontecer o seu momento e influenciar as pessoas e ambiente que estão ao seu redor, para que possa realizar suas metas.

Persistência:
Não desiste diante de um obstáculo. Ao contrário, busca formas de contorná-lo ou superá-lo, assumindo responsabilidade pelos métodos utilizados para alcançar suas metas.

Pesquisa:
Procura manter-se sempre bem informado. Conhece a fundo seu negócio ou sua profissão. Pesquisa em livros, publicações, cursos e demais materiais que possam auxiliá-lo ou qualificá-lo para desempenhar melhor suas atividades.

Talento:
Sem dúvida, o talento é a ferramenta para transformar idéias em negócios, problemas em oportunidades. O seu talento é a sua ferramenta, é a sua arma para surpreender, é uma inteligência natural. É um dom divino, que todos recebem sem aviso ou manual de instrução.

Diante dessas características e outras só nos resta, ser um  empreendedor.

Fonte: Grupo Educacional Etapa

Os desafios para se tornar um empreendedor de sucesso

TV Jangadeiro entrevista sócio-diretor da NOIX

Na procura por jovens empreendedores que, com talento e sacrifício, conseguiram erguer seu próprio negócio, a equipe do Jornal Jangadeiro encontrou Ricardo Parissi Accioly, um jovem de 25 anos que trabalha no ramo de informática desde a adolescência. Em parceria com Arthur Mota Façanha, Ricardo fundou a NOIX, empresa especialista em Portais e Sistemas para a Web. No início foi bastante complicado. Como só tínhamos um computador e um servidor, precisava levar para o apartamento do meu sócio meu computador pessoal, explica. A cada trabalho de sucesso a empresa firma seu nome no mercado web. Hoje, com seis anos de existência, já assinou grandes portais com o da Tempo FM, Casablanca Turismo e seu mais recente case: Prefeitura Municipal de Fortaleza . Para quem pretende montar seu próprio negócio fica o conselho de Ricardo Accioly: mesmo que ainda esteja começando, haja como os grandes.